Ressuscitando uma máquina com Línux
Fiz algo similar em casa com um antigo notebook Asus, Core Duo e 2GB de RAM. É o computador da minha mãe, e troquei o coitado do Vista por um Fedora com KDE (testei outras interfaces antes mas achei o KDE o mais completo, mesmo com algumas coisas que ainda acho esquisitas). Ao longo do tempo ela precisou de coisas que eu nem imaginava, como ripar um CD do Roberto Carlos para colocar no mp3 player, e eu tive que me virar para encontrar um programa que fizesse isso de maneira satisfatória, achar o codec adequado, etc.
No fim das contas, o computador de fato vive bem, mais rápido, e muito mais “utilizável” do que era antes. Uma boa sobrevida até o momento em que ele tiver que ser trocado. Ainda serviu para tirar dela a sensação de que não poderia usar nada além do Windows, e para que eu possa aprender mais de línux que em qualquer outro momento da minha vida, algo que buscava há tempos.