Planos da Intel para dispositivos móveis
Incrível imaginar que em mais dois anos eles pretendem diminuir tanto o tamanho dos transistores, diminuindo para menos da metade do tamanho atual. Quanto será que isso representará de poder de processamento nos notebooks e desktops, ou mesmo em ganho de duração de bateria? Isso pensando que os processadores Ivy Bridge, que aparentemente estão atrasados mas devem aparecer até o meio do ano, já vão pra 22nm, então parecem estar uma geração à frente.
E eu não sabia desse limite teórico de 10nm do silício, eu já estava até imaginando o dia em que veria a contagem baixar para picômetros (pm), e essa parte da matéria me trouxe de volta à realidade. Agora fiquei pensando, o que vai vir depois do silício, ou vai acontecer igual aos HDs, que quando todo mundo perguntava como faríamos unidades com maior poder de armazenamento, tudo se voltou para a velocidade dos SSDs, mesmo que com menor capacidade, já que o restante está mesmo é indo pra querida e abstrata nuvem? Será que vamos começar a medir o ‘processador ideal’ com outras bases daqui alguns anos?